Botões de punho

Era uma vez um senhor
Que às camisas disse não
Era um homem do povo
E sem gostar de confusão

Intelectual de barba
E letrado às paletes
Menos em botões de punho
Etiquetas e retretes

Em cerimónia não reles
Os botões foram teimosos
Não entravam nem por nada

Nas casas qu’eram as deles
Precipitados, nervosos
Entraram à martelada!…


Manuel Sadino

1/4/10

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